NEUROSES
E enquanto gira o ponteiro do relógio, há milhões de neurônios chocando-se uns contra os outros, criando sonhos entre o céu e o inferno simplesmente incapazes de acontecer...
domingo, 31 de julho de 2011
Solidão 2
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Solidão
Preciso...
Oi blog, aí está vc pra mim...
sábado, 23 de julho de 2011
E então o casamento...
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Oração do perdão
Peguei emprestado um texto que traduz tudo o que estava mergulhado em algum lugar em mim e por falta de tempo e inspiração não desafogaram... (Crys Ribeiro)
Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham a minha evolução, dedicarei alguns minutos para perdoar. Queremos compartilhar sentimentos nobres, enquanto trabalhamos pelo progresso de todos nós. Assim Seja Amém! Cinestesia do Saber - Renato Siqueira |
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Uma princesa nunca satisfeita
Começou a correr e correr entre as árvores gigantes e as fontes que faziam enfeite no belo palácio até chegar em um muro de concreto tão alto que sua visão era impossibilitada de enxergar seu fim. Observou detalhadamente os buracos entre cada tijolo e sem pestanejar pôs-se a escalar o muro com os pés descalços. Levou um ou dois tombos e parou um pouco agachada ao chão para que algumas lágrimas de desespero começassem a rolar pelo seu rosto. Foi quando ouviu gritos. Alguém percebera sua ausência, então mais do que nunca saltitou por entre o concreto e com sacrifício e muitos cortes pelos braços e pernas, chegou ao topo. À descida pensou: - "Já cheguei até aqui, vou até o fim." E pulou, espatifando-se no chão duro e preto de cimento.
Pôde ver então na descida do morro, a cidade que tanto desejou conhecer. E assim toda rasgada, suja e esfolada, caminhou em direção ao povoado parecendo mais uma mendiga do que uma princesa aprisionada num castelo de mentiras.
O povo, no fim do morro, pensa que lá em cima existe um palácio coberto de ouro e outras riquezas, onde seus habitantes são harmoniosos, ricos e felizes.
Mas lá existe uma força negra que aprisiona mulheres, deixando-as perdidas dentro de si mesmas, sem saber na verdade quem são.
Mas a princesa havia esquecido que pra viver na cidade é preciso dinheiro, roupas adequadas, trabalho digno ou morar sob a ponte...
Abandonou seu mundinho obscuro e entregou-se ao mundo ainda mais cruel que seu quarto no sexto andar de um palácio fictício.
E agora trabalha de empregada numa venda de laranjas, escravizada ao tempo e à mercê de seu patrão, sem horas extras e sem finais de semana.
Sente falta do tempo em que olhava a janela e imaginava o mundo mágico que existia por trás do muro.
Mas qualquer vida que escolhesse seria uma droga. E agora só pensa em voltar pra casa.
*Qualquer semelhança é mera coicidência.
Cristiane.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
No plans
Me deu um beijo como prova de amor
Se você quiser, anjo, outro beijo eu dou.
Eu dou sim, eu dou sim.
Se você quiser, é só pedir pra mim.
Eu dou sim, eu dou sim.
Se você quiser, é só pedir pra mim.
Acordei no dia seguinte
Contei até 20
E não vi ninguém
Será que é sonho, ou realidade?
Será que alguém viu um anjo na cidade?!"
O básico ainda está aqui e eu poderia rir e me sentir afortunada... Mas meu coração pula de pensar que se eu fosse vendedora de camelô em SP eu estaria mais feliz do que aqui.