sábado, 23 de maio de 2009

Fantasias de sábado à noite


É... A cidade está em festa.

Shows, baladas, bebidas, homens e mulheres se pegando... Festas...

A minha rua inteira está fazendo aniversário hoje. Olhando da sacada pude observar quatro ou cinco casas com mtos carros de fora, mta gente falando alto e rindo. Música a todo vapor. Da janela da cozinha com vista para o outro lado do bairro, pode-se ver mais duas ou três festas particulares acontecendo...

E o povo bebe, se diverte...

Engraçado, pq eu tô com esse nariz desse jeito (por opção minha mesmo!), e esperei a semana inteira um sinal. Pq eu sempre acho que esses momentos são justamente pra refletir qm está ou não aí pra mim...

Se fosse por num papel, não sobraria muita gente.

Ai tive que inventar um café da tarde só pra conseguir reunir amigos que nem sei se querem mais estar perto. Sabe? Sentimento ruim de se sentir...

Na verdade tem acontecido constantemente esses eventos, desde que bati o carro, ou outras coisinhas no meio do caminho, até chegar na história desse nariz... Que agora lateja como se fosse coração infartando. E sangra.

Minha mãe fica gritando: - não cutuca, não mexe - mas tá impossível de suportar isso aqui.

Na verdade tá impossível suportar esse exílio que eu mesma me enfiei. E quando eu penso nas contas, tenho vontade desaparecer...

Agora já posso falar aqui de um tudo, já que estamos tão abandonados um quanto o outro.

E como diria o meu antigo Léo... Ele te consome, faz vc ficar doente...

Devo estar. Transformando um diário virtual em alguém que possa me dar alguma resposta pro que estou sentindo agora.

Uma saudade tão intensa que chega a doer. De quem? Do que? Não se sabe. Nem eu sei...


Inconformada, desesperada, dolorida, amargurada...


Mas só sábado...

Em casa...

Um comentário:

  1. Eu to por aqui...
    Até tentei te achar... Não acha q eu te abandonei, por favor...
    Bjuuuu

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